Home Data de criação : 08/02/14 Última atualização : 09/05/29 04:13 / 73 Artigos publicados

Sismógrafo  (Curiosidades) escrito em sexta 29 maio 2009 04:13

Sismógrafo é um aparelho que registra as ondas sísmicas, ou seja, a intensidade dos terremotos, em sismologia. Detecta e mede as ondas sísmicas naturais ou induzidas e permite determinar, principalmente se organizado em rede, a posição exacta do foco (hipocentro) dessas ondas e do ponto da sua chegada na superfície terrestre (epicentro), para quantificar a energia desses terremotos expressa na escala de Richter.

Existem vários tipos de sismógrafos, por exemplo, os que registram os movimentos horizontais do solo, os que registram os movimentos verticais, etc.

O gráfico obtido num sismógrafo, através do qual pode-se observar características da propagação diferentes das ondas sísmicas, designa-se sismograma.

Um sismograma, em período de calma sísmica, apresenta o aspecto de uma linha reta com apenas algumas oscilações. Quando ocorre um sismo, os registros tornam-se mais complexos e com oscilações bastante acentuadas, evidenciando a amplitude das diferentes ondas sísmicas.

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Taverna Musicalllll------ Guilherme e Santiago=== Só de você  (Taverna Musical) escrito em quarta 27 maio 2009 21:39


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Conte os pontos pretos  (Imagens) escrito em terça 26 maio 2009 04:04

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Taverna Musical====== Passos Escuros  (Taverna Musical) escrito em segunda 25 maio 2009 03:36


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Poema de André Luiz Moreira  (Pensamentos) escrito em sábado 23 maio 2009 15:58

Quanto mais penso no passado, começo a perceber que talvez não seja sábio o deixarmos para trás, e simplesmente esquece-lo,

Não digo que devemos viver dele, respirar dele, porém, acredito que o ser-humano sábio é aquele que olha para seu passado sem por um pé nele e consegue, assim mesmo, aprender com seus erros.

Então, espero que gostem de meu poema.

Poema: A prenseça do passado.

Nunca me imaginei tão distante e tão perto do passado,

Nem mesmo em meus maiores pesadelos ele me atormentava,

Porém, agora faz parte do meu cotidiano o temor enterrado,

O que esperava eu, mero mortal, desse túmulo que eu odiava.

Olhemos todos para s mágoas que já se passaram,

Nelas se escondem os monstros que devem morrer.

Acreditemos nos pecados que nos olharam,

Pois neles vivem as decisões que devemos escolher.

Seguir em frente ou não

É nos que decidimos,

Basta agora, então,

Ser feliz ou nos disiludirmos.

Por: André Luiz Moreira

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